Vinde, Senhor.

Maranata, a Igreja da família.

“Carpe Diem”

Assim já ensinavam os Romanos. Por trás da expressão oculta-se
uma filosofia de vida: aproveite o tempo do modo que
mais lhe agradar, enquanto puder. Amanhã já você não sabe como será.
Infelizmente, com a terrível pandemia que grassa no mundo inteiro,
muita gente já está quase perdendo a esperança. “Filha, eu já não aguento
mais nesta prisão que nos tolhe a vida!” – disse uma senhora. “Mãe, não é
somente a senhora. Todos estão sofrendo. Temos que aguentar!” Sim, paciência.
Mas nem todos pensam desse jeito.
Os transtornos rompem as barreiras da emoção. Aumenta a violência,
principalmente contra os mais fracos: mulheres e crianças.
Além disso há aqueles que, sem se comprometerem com as consequências
para si e para os outros, fazem de conta que são independentes e isentos de tudo.
Simplesmente, querem curtir todos os prazeres ao alcance: baladas, festividades
com aglomerações, praias, contrariando todas as normas tantas vezes repetidas.
Quem ainda pode alegar falta de orientação?
Será que é preciso ter 84 anos para ficar pensando como eu?
Há dias venho me questionando o que será que leva as pessoas a esse tipo de
comportamento? Desiquilibrio, indiferença com a vida, egoísmo?
Lembrei-me então que provavelmente sem saberem o que estão fazendo
vivem o lema: “Carpe Diem”.
Também dou o meu lance baseando-me na palavra de Deus:
“A esperança não decepciona” – Rm 5,5.

Pe. Antonio Marcos Girardi
18 de janeiro de 2121

Felicidade tem
nome... Deus,
família e amigos!!

Valorize quem te inclui
em oração
Quem te dá a mão
quando tudo é confusão
Quem pergunta se está tudo bem
não apenas por educação
e sim por preocupação
Isso são demonstrações
de Amor.


Geffo Pinheiro

Vinde, Senhor.

Maranata, a Igreja da família.

Olá! Seja bem-vindo.

Conhecer para entender
De algum modo, a vida histórica da Igreja começa onde termina a Bíblia. Assim, é significativo que a Bíblia encerre sua mensagem exatamente com a invocação: “Vem, Senhor”. Para o homem moderno é difícil compenetrar-se do sentido da vivência mística dos primeiros cristãos, mas não se pode esquecer que o engajamento com o cristianismo tende normalmente a conduzir a uma mística pessoal ou comunitária.
Para nós, é importante notar essa dimensão mística, pois tem-se a impressão de que se busca uma força maior naquilo que se quer exprimir. Não se pronuncia apenas: Vem, Senhor Jesus! Mas saboreia-se: “Maránathá”. A vivência do mistério é a aceitação do conteúdo, não tanto a análise da forma. Porque o mistério é a revelação na mensagem e não na embalagem.
Pe. Antônio Marcos Girardi

Pe. Antônio Marcos Girardi

Diretor Espiritual

Com 14 livros publicados sobre auto-ajuda e orientação familiar, o sacerdote e conselheiro dedica-se a atividades do movimento cristão Maranata, do qual é organizador e diretor espiritual. Devido a sua especial dedicação em obras sociais voltadas à família, o Centro Comunitário Maranata de São Paulo ocupa a maior parte de seu tempo. O Padre trabalhou por mais de trinta anos no Tribunal Eclesiástico Regional de São Paulo em assuntos matrimoniais, e ainda, concede entrevistas em rádio e TV e escreve artigos para alguns jornais.

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 Anúncio e convocação do Sínodo Arquidiocesano.

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 Oração pelo Sínodo Arquidiocesano de São Paulo

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